Atrevida completa 15 anos e entrevista Pitty!
A gente adora!
Conversamos com Pitty sobre sua aguardada volta. O papo rendeu, e a fofa ainda falou sobre fãs, moda, beleza, neuras...
Qual a diferença do novo álbum, em comparação aos anteriores?
A diferença é que ele é melhor (risos). Em tudo. Não quero parecer pretensiosa, mas sempre gostamos mais da última coisa que fazemos. Nesse álbum tivemos mais oportunidade de experimentar, descobrir novos sons e brincar com as coisas. Ficamos mais livres, sabe? Poder gravar em casa também foi muito bom.
O fato de ter mais tempo entre o lançamento de um álbum e outro ajudou?
Em partes. Conseguimos acumular mais bagagem. Eu juntei muito mais material para as letras. Desenvolvi várias outras formas de escrever, e descobri o caminho que eu quero seguir como compositora. O tempo ajudou nisso.
O que inspira você a escrever?
Letra é um negócio que eu curto fazer. Não me inspiro em alguém específico, mas como eu gosto muito de ler, me empolgo com o que os autores escrevem. Eles me incentivam.
Quais autores, por exemplo?
São vários. Clarice Lispector, Simone de Beauvoir, Florbela Espanca. Várias vertentes.
Já elegeu a música predileta do álbum?
Hum, não! Não dá (risos)! Cada música tem uma parte que me faz feliz.
Além de rock, o que gosta de ouvir?
Jazz, blues, soul dos anos 50 - gosto de música antiga. Gosto também de bolero, tango, Edith Piaf - adoro essas coisas mais dramáticas. Também curto música clássica. Gosto de música que me emocione, de alguma forma.
Leia a entrevista completa AQUI.

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